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Como a audiometria auxilia na indicação e adaptação de aparelhos auditivos

19/01/2026
6 min. de leitura

Teste diagnostica perdas auditivas e personaliza tratamentos

A perda auditiva pode afetar pessoas de todas as idades, impactando a comunicação diária, o trabalho e as relações sociais. Nesse contexto, a audiometria na indicação de aparelhos auditivos torna-se um exame fundamental para avaliar a capacidade auditiva e auxiliar nos tratamentos.

Esse procedimento não invasivo e indolor utiliza equipamentos especializados para medir como o ouvido processa sons, identificando o tipo, o grau e a configuração da perda auditiva. De acordo com a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia, cerca de 10% da população brasileira apresenta algum grau de deficiência auditiva, e a audiometria na indicação de aparelhos auditivos é o primeiro passo para intervenções como a adaptação de próteses.

Neste conteúdo, exploramos como esse exame auxilia na escolha e no ajuste de aparelhos, promovendo uma reabilitação auditiva personalizada e eficaz para pacientes que buscam soluções em otorrinolaringologia.

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O que a audiometria avalia

A audiometria é um exame diagnóstico que avalia a função auditiva de forma abrangente, medindo a sensibilidade do ouvido a diferentes sons e frequências. Esse exame identifica limiares auditivos, ou seja, o nível mínimo de intensidade sonora que uma pessoa consegue perceber, abrangendo desde tons puros até a compreensão da fala humana.

Além disso, a audiometria é crucial para detectar perdas auditivas condutivas, que afetam a orelha externa ou média devido a obstruções como cerume ou infecções; sensoriais-neurais, relacionadas ao nervo auditivo ou à cóclea, frequentemente causadas por envelhecimento, exposição a ruídos altos ou fatores genéticos; e mistas, que combinam ambos os tipos.

Segundo o Ministério da Saúde, a audiometria permite classificar o grau de perda — de leve (26-40 dB) a profunda (acima de 91 dB) —, baseado em médias de frequências como 500, 1000 e 2000 Hz, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde.

Na audiometria na indicação de aparelhos auditivos, esses dados ajudam a determinar se o paciente precisa de intervenção protética, evitando progressão de problemas como isolamento social ou declínio cognitivo associado à surdez não tratada. O exame é realizado em cabine acústica isolada, com o paciente usando fones de ouvido para responder a estímulos sonoros, garantindo resultados confiáveis.

Tipos de audiometria que ajudam na indicação de aparelhos

Existem vários tipos de audiometria, cada um com foco específico para auxiliar na audiometria na indicação de aparelhos auditivos. O mais comum é a audiometria tonal liminar, que testa a via aérea (sons transmitidos pelo ar) e óssea (vibrações diretas no osso), medindo limiares em frequências de 250 a 8000 Hz. Esse tipo revela o grau e a configuração da perda, como descendente em altas frequências, comum em presbiacusia (perda por idade).

A audiometria vocal, ou logoaudiometria, complementa o exame ao avaliar a compreensão da fala por meio de testes como o limiar de reconhecimento de fala (SRT), em que o paciente repete palavras em volumes variados, e o índice percentual de reconhecimento de fala (IPRF), que quantifica a inteligibilidade verbal.

Outros tipos incluem a imitanciometria, que analisa a mobilidade do tímpano e reflexos acústicos para detectar problemas na orelha média, como otites; e audiometrias comportamentais para crianças, adaptadas com estímulos lúdicos. Esses exames, quando combinados, fornecem um panorama completo para o teste auditivo para aparelho, garantindo que a indicação seja precisa e evitando adaptações inadequadas.

Como o resultado da audiometria define o aparelho

Os resultados da audiometria na indicação de aparelhos auditivos são representados em um audiograma, um gráfico que plota limiares por frequência e intensidade, definindo o tipo de aparelho ideal. Por exemplo, perdas condutivas leves podem requerer modelos retroauriculares (BTE), que amplificam sons de forma robusta, enquanto perdas sensoriais-neurais graves demandam aparelhos intra-auriculares (ITE) com tecnologia digital para redução de ruído.

De acordo com diretrizes da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, o grau de perda guia a potência do dispositivo: aparelhos para perdas moderadas (41-55 dB) focam em amplificação seletiva, evitando distorções. A configuração da perda, como em “U invertido” (afetando médias frequências), orienta programações personalizadas. Assim, a audiometria na indicação de aparelhos auditivos assegura que o aparelho compense exatamente as deficiências detectadas, melhorando a qualidade sonora e a adaptação inicial.

Adaptação e regulagem com base nos exames

A adaptação de aparelhos auditivos é um processo gradual, baseado nos resultados da audiometria na indicação de aparelhos auditivos, que orienta a regulagem inicial e os ajustes subsequentes. Após a indicação, o fonoaudiólogo realiza testes em campo livre com o aparelho protético, verificando ganhos funcionais por meio de audiometria com prótese, comparando limiares sem e com o dispositivo.

Essa fase inclui orientações sobre uso diário, limpeza e baterias, além de sessões de treinamento para aclimatação cerebral aos sons amplificados. Estudos da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia mostram que 70% dos pacientes adaptam-se bem em 30 dias, mas ajustes finos — como aumento de ganho em frequências específicas — são feitos com base em reavaliações audiométricas.

O teste auditivo para aparelho e a audiometria e prótese auditiva garantem que o aparelho evolua com o paciente, minimizando rejeições e maximizando benefícios como melhor compreensão em ambientes ruidosos.

Perguntas frequentes

Como é a adaptação de aparelhos auditivos?

A adaptação inicia com a seleção baseada na audiometria na indicação de aparelhos auditivos, seguida de regulagens personalizadas. O paciente usa o aparelho progressivamente, começando por poucas horas diárias, para se habituar aos sons.

Sessões seguintes ajustam volume e programas, como modo para telefone ou música, conforme o teste auditivo para aparelho. De acordo com o Ministério da Saúde, esse processo pode durar de 1 a 3 meses, com taxas de sucesso acima de 80% quando monitorado por especialistas.

Qual aparelho auditivo escolher?

A escolha depende dos resultados da audiometria e prótese auditiva, considerando estilo de vida e grau de perda. Opções incluem:

  • Retroauriculares (BTE): ideais para perdas graves, são robustos e fáceis de manusear.
  • Intra-auriculares (ITE): discretos, para perdas leves a moderadas.
  • Receptor no canal (RIC): confortáveis, com amplificação natural.

A Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia recomenda consultar um otorrino para alinhar com o teste auditivo para aparelho, priorizando tecnologias como conectividade Bluetooth para jovens adultos.

Quais são os exames para indicação de aparelhos auditivos?

Os principais exames incluem a audiometria na indicação de aparelhos auditivos, com tonal e vocal para medir limiares e compreensão; imitanciometria para orelha média; e potenciais evocados auditivos (BERA) para casos neurossensoriais. Esses testes, conforme a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, formam a base para a audiometria e prótese auditiva, garantindo maior precisão.

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Fontes:

Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia

Ministério da Saúde

Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial

Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia